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FACEBOOK CHEGA À LIDERANÇA NO BRASIL
Scrap, depoimento, comunidades… essas palavras deixaram de fazer parte do vocabulário de muitos usuários acostumados a acessar a página da rede social mais popular até bem pouco tempo atrás: o Orkut. A ascensão do Facebook fez com quem muitos usuários migrassem sua conta para a rede social de Mark Zuckerberg, em busca de uma nova dinâmica: o curtir e o compartilhar.

Pois números divulgados pela comScore refletem exatamente o que já era perceptível entre os usuários mais engajados: o Facebook acaba de ultrapassar o Orkut no Brasil em número de visitantes únicos. Segundo a líder mundial na medição do mundo digital, no mês de dezembro de 2011 o Facebook teve crescimento de 192% em relação ao mesmo mês de 2010, chegando a 36,1 milhões de visitantes únicos. O Orkut cresceu 5% no período, alcançando 34,4 milhões de visitantes.

Em comunicado à Imprensa, o diretor da comScore para o Brasil, Alex Banks, destacou que o país sempre foi um mercado muito familiarizado com as redes sociais. Diante disso, passou a ocupar posição de nação com a quinta maior população de redes sociais no mundo. Segundo Banks, o Facebook triplicou sua audiência e viu o engajamento crescer sete vezes no país entre 2010 e 2011.

O relatório divulgado mostra, ainda, que as mulheres brasileiras ficam, em média, por mês, 5,3 horas no Facebook, enquanto os homens, 4,1 horas . Outro dado interessante divulgado pela ComScore diz respeito aos Estados com o maior número de visitantes únicos no Facebook. São Paulo aparece em primeiro lugar na lista, com 34,2% de participação, seguido por Rio de Janeiro (12,9%), Minas Gerais (7,4%), Paraná (7,1%) e Rio Grande do Sul (6,5%).

Com a liderança do Facebook no país, agora é aguardar para ver qual será a estratégia do Google para retomar a posição perdida. O gigante de buscas deverá apostar todas as suas fichas – ou parte delas – na sua mais recente invenção: o Google+.

Autor: Alfeo Pozza Jr. – Assessor de Imprensa da WBI Brasil
BRASIL É O QUARTO PAÍS COM MAIOR PRESENÇA DE EMPRESAS NAS MÍDIAS SOCIAIS
Mais de 70% das corporações ao redor do mundo já têm presença nas mídias sociais. É o que indica estudo da KPMG Internacional, realizado em dez países [incluindo o Brasil] com 1.850 mil gerentes e 2.016 mil funcionários. A tendência, aponta o levantamento intitulado \"Going Social: How businesses are making the most of social media\", é liderada por companhias de mercados emergentes.

O Brasil aparece em quarto lugar entre os países que despontam com presença mais intensa nas mídias sociais. Das organizações consultadas na pesquisa, 69,1% indicaram contar com iniciativas ligadas a esse meio de comunicação, percentual próximo aos 70,4% da média geral. Na liderança da lista, está a China, com 82,7%; seguida por EUA (71,5%); e Índia (70,2%).

Entre os representantes de organizações ouvidos na pesquisa, os chineses, indianos e brasileiros mostraram-se de 20% a 30% mais propensos a dizer que suas empresas recorreram às mídias sociais como parte dos negócios do que os britânicos, australianos, alemães ou canadenses.

Na avaliação de Tim Norris, diretor da área de Performance & Technology da KPMG no Brasil, as companhias no País perceberam logo a importância de estarem presentes e atentas a esse espaço virtual aberto à interação entre as pessoas. “O consumidor brasileiro percebeu as mídias sociais como um importante instrumento para divulgar suas insatisfações com as empresas, o que deve ser olhado com muita atenção pelas organizações”, completa.

A pesquisa descobriu ainda que as organizações tendem a subestimar os benefícios dos meios de comunicação social. Por outro lado, 80% dos que disseram que suas empresas têm programas ativos para as mídias sociais indicaram terem percebido benefícios em razão da atuação nesses espaços virtuais.

\"Em vez de enxergar riscos nas redes sociais, os executivos deveriam ser melhor aconselhados a equilibrar o risco de entrar nos meios de comunicação social diante do custo com a perda de oportunidades de não participar”, aconselha Sanjaya Krishna, sócio da área de Economia Digital da KPMG nos Estados Unidos.

A restrição ao acesso também é apontada pela KPMG. Um terço dos funcionários de empresas em todo o mundo em que o acesso a redes sociais é bloqueado disse que não só estava usando as mídias sociais no escritório como se empenhava em “burlar os sistemas de proteção” de seus equipamentos de trabalho para “saciar suas necessidades nas redes”.

A proibição é batalha perdida, indica o estudo. “Os executivos podem estar sendo ingênuos ao pensar que proibir o acesso às redes sociais elimina o uso pelos empregados\", avalia Tudor Aw, diretor de Tecnologia da KPMG na Europa e sócio da firma britânica.

Fonte: CIO
MÍDIAS SOCIAIS REPRESENTAM MENOS DE 5% DO ORÇAMENTO DE MARKETING
A popularização da internet e o crescimento dos usuários de mídias sociais têm atraído a atenção das empresas que operam no Brasil. Mas ainda há muito o que se evoluir do ponto de vista de negócios.

Levantamento da Amcham junto a executivos de marketing de empresas associadas mostra que para 47% as plataformas sociais ainda respondem por menos de 5% do orçamento de marketing. Um grupo de 21% investe até 10% e outros 13% dedicam até 20% da verba. Somente 3% afirmaram que esse tipo de investimento chega a 40% do total gasto em marketing.

No entanto, 96% dos entrevistados disseram reconhecer as redes sociais como importante canal fomentador de negócios e que 65% planejam aumentar as ações e verbas destinadas a essas ferramentas em 2012. Outros 31% dizem que manterão os aportes no nível deste ano.

Os participantes da pesquisa da Amcham listaram os objetivos principais do trabalho de comunicação via mídias sociais que pretendem desenvolver em 2012. São eles: relacionamento com o cliente (74%); reforço de marca (63%); promoção e divulgação de produtos ou serviços (53%); monitoramento de marca (46%); e e-commerce (18%).

A rede de relacionamento Facebook deve concentrar o maior esforço de marketing das companhias em 2012, com 76% das menções. Twitter (56%), Google+ (32%), Foursquare (10%) e Orkut (8%) também foram lembrados.

Para a sondagem, a Amcham ouviu 72 empresários, gestores e executivos de marketing que participaram de comitê da área em São Paulo no dia 29/11. Na amostra consultada, 78% já contam com perfis oficiais corporativos em pelo menos uma rede social e 14% planejam desenvolver num futuro próximo.

Fonte: AdNews
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